O CNT Tubarão segue com as entrevistas e lives especiais da Série Eleições 2020. Nesta quinta-feira (5), vamos apresentar um pouco do candidato a vereador em Tubarão, Valdir dos Santos (PSDB), o Valdir do Karatê, nascido e criado na Cidade Azul, tem 57 anos e é postulante ao poder Legislativo no município pela sétima vez. É casado há 17 anos e tem uma filha de 16 anos, Herika de Jesus. Morador da Vila dos Ferroviários, no bairro Oficinas, onde o professor, empresário e voluntário tem uma academia de artes marciais e uma pequena unidade fabril de produção têxtil, anexo ao seu centro esportivo, que produz quimonos, que são vendidos para alunos e proprietários de academias em Tubarão e região.
Valdir se diz orgulhoso por usar o mesmo número (45.888) na urna que o saudoso prefeito, vereador e secretário de Saúde em Tubarão, Dr. Manoel Bertoncini, utilizou quando disputou o pleito na Câmara e na Alesc. Ele é licenciado em Educação Física e pós-graduado na área.
“Uma das coisas que mais me orgulho é ser voluntário. Há 36 anos dou aulas de karatê e faço um trabalho social com todas as comunidades de Tubarão. Arrecado alimentos, balas, brinquedos, roupas usadas e novas para doação e promovo festas no Dia das Crianças, no Natal. Mas não é por isso que vou sair por aí pendido votos, pois o que tu faz de coração, não podes cobrar do irmão”, destaca Valdir.
Antes da campanha eleitoral, assim que surgiu a pandemia do novo coronavírus, o professor Valdir e amigos decidiram agir em prol dos mais necessitados nesta época delicada e decidiram fabricar máscaras de proteção e arrecadar cestas básicas. “Foram seis meses nesta campanha solidária, a qual envolveu muita gente boa. Conseguimos juntar 491 cestas básicas e confeccionar 21 mil máscaras, tudo já distribuído para a população de maneira gratuita. E ainda temos duas mil máscaras para doar, mas somente depois da eleição. Este é o mundo que vivo, ajudar o próximo”, agrega.
Valdir, que ficou como suplente em outros pleitos, chegou a assumir a Câmara por dois meses, mas ele diz que foi um tempo curto e que é preciso ser titular da casa para que possa efetuar seus projetos, entre eles, usar o seu salário integral na seu trabalho social e ajudar o próximo. “Não quero este dinheiro e quero ficar longe de corruptos, que sabemos que há em todo poder público. Tem gente aí que chegou a plotar 300 carros chegando a dar R$ 70 por semana ao eleitor (que também se corrompeu). Minha campanha é limpa, sem investimento monetário. Tenho nojo de quem participa de algo ilícito na política”. desabafa Valdir.





